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A jovem indígena brasileira que levou sua luta pelo clima a ONU

Artemisa Xakriabá é hoje considerada uma das mais importantes lideranças indígenas jovens. Ela usa de sua música e as redes sociais para expor o genocídio dos povos indígenas e da emergência climática e assim, se unir a outros jovens na luta pelo futuro do planeta.

Desde cedo ela é engajada em movimentos de reflorestamento e proteção cultural da aldeia, ações que a fizeram entender que a defesa do meio ambiente se confunde com a luta pela sobrevivência do seu povo.

Era na escola que vinha o apreço pelas tradições, arte, cultura, cultivo e preservação da mata. Em geografia, estudava raízes nativas com propriedades medicinais. Ao lado de outras crianças, ela compreendeu que a natureza é o sustento do seu povo e que todos têm a responsabilidade de preservá-la para as gerações futuras.

Artemisa encontrou nas redes sociais uma forma de expandir as preocupações para além de sua comunidade e usa uma plataforma para retratar seu povo e dar amplitude às necessidades dele.

Por conta de seu trabalho social, Artemisa foi convidada para participar da Cúpula do Clima como liderança da juventude indígena pela Aliança Global dos Guardiões da Floresta, coalizão informal de indígenas e comunidades da Ásia, África e América Latina que luta por respeito aos seus direitos e pela inclusão dos povos das florestas em negociações globais sobre as mudanças climáticas.

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